è de cristal este silêncio
imposto
que lívido museu !
velado
sepulcral
ai de quem se atreve
a mostrar bem o rosto !
um hálito de medo embaciando o vidrado
dà - nos um estranho ar de fantasmas
ou fetos na armadura e sobre si fechado
ninguém sonha sequer sonhos completos
tal mal consegue o luar insinuar - se em nòs
que a própria voz do mar segue o risco de um disco ...
não cessa de tocar não cessa a sua voz ma já ninguém
pretende experimentar - lhe o risco !

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