batem folhas da luz um pouco abaixo
do silêncio quero saber o nome de quem
morre o vestido de ar ardendo
um poema cresce inseguramente na confusão
da carne sobe ainda sem palavras sò ferocidade
e gestos talvez com sangue ou sombra de sangue
pelos canais de ser
Sem comentários:
Enviar um comentário