peito que em mim respira olhar que me despojo
na rouquidão da tua carne me inicio me anuncio
e me denuncio sabes agora para o que venho e por
isso me desconheces
aproxima o teu coração e inclina o teu sangue para
que eu recolha os teus inaceitáveis frutos para que
prove da tua água e repouse na tua fonte debruça o
teu rosto sobre a terra sem vestígio prepara o teu ventre
para a anunciada visita atè que nos lábios humedeça a
primeira palavra do teu corpo
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