terça-feira, 9 de novembro de 2021

Se em nòs a solidão

viver sozinha sem que nada

em nòs próprios a perturbe


cada figura passará rainha

na antiguidade súbita da urbe


um aceno de pena irà na linha

vincar a eternidade de figura


e um rosto que quase sò caminha

para dentro de o vermos pela substância


em si vive a solidão dentro de nòs sò margem

de seu reino de ver por onde vão as figuras


passando na paisagem de um antigo fulgor

de coração onde passam desde sempre e agem


 

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