em nòs próprios a perturbe
cada figura passará rainha
na antiguidade súbita da urbe
um aceno de pena irà na linha
vincar a eternidade de figura
e um rosto que quase sò caminha
para dentro de o vermos pela substância
em si vive a solidão dentro de nòs sò margem
de seu reino de ver por onde vão as figuras
passando na paisagem de um antigo fulgor
de coração onde passam desde sempre e agem
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