espreito então pelas janelas de onde
se vêem coisas que eu antes nunca
tinha visto coisas que adivinhava mas
nunca quis olhar nessas alturas o meu
nome è o teu olhar e os meus olhos são
a pronuncia do teu nome que se diz com
pequeno brilho molhado um som pequeno
como regaçar de asas dessas aves que constroem
ninho na folhagem e criam raìzes fundas nas palavras
vulgares que os amantes vulgares engrandecem quando
falam de amor ...
Sem comentários:
Enviar um comentário