quinta-feira, 4 de novembro de 2021

Descansa no meio da poeira

a terra tua amante serei o mar

que hoje entre algas amènomas


e cores voando atè onde o sol

não cega


 eu vim do sul a minha idade longínqua

mas aqui tão nítida e presente indica e

tropical


minha cidade natal da beira - mar com

avenidas e pomares tenho o meu silêncio

da noite para te dar


tenho um querer mais do que querer e um

poema triste


sò desespero tenho o segredo desvendado

Deus està no mundo e o mundo està nele


sempre como no principio  num fulgor comprido

na radiosa concavidade azul


que alegria ser a permanência leve deste unânime

deus ausente !


vejo através das tuas lágrimas a lente que a minha alma

se habitou a decifrar o amor que nutre por ti e è a outra

coisa chora meu amor e salvaremos assim !


 

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