alucinadas dos livros de poesia e
as mesmas claras tão cheias de frutos
que assemelham a fogueira ruiva
alimento privilegiado de um imenso
e intenso dragão que me aquece o sangue
as tuas lágrimas transbordam os grandes
lagos dos meus olhos e eu choro contigo
os grandes peixes da ternura esses mesmos
peixes que são arquitectos de uma relação
sem tempo mas alimentada por primaveras
de tão altas são inquestionáveis
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