quarta-feira, 27 de outubro de 2021

Sento - me a espera

que caia o pó da noite e tu surjas

no andar leve dos anjos

entras cobres os lençóis espalhas

o olhar pela esplanada corres a persiana

e despedes o sol


antes e depois da porta aberta

libertas um pouco de ti neste

quarto onde evocamos os deuses


quando te deitas encolhes deixas cair

 junto ao ombro  e dilui - se o sono leve

na madrugada deste tempo fechado pelas

pálpebras cansadas

 

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