falemos dos brilho estilhaçado desta casa
súbita que o teu corpo devoluto a noite
devora as palavras possíveis o sofrimento
pulsa em tua boca torna a minha boca vulnerável
o amor è um nada que a liberta uma luz que desce
dos ombros para o ventre e fecunda as sementes
da tua virgindade essa faz parte de uma dor quase
amigável na lividez do tempo e que entregas em
minhas mãos beijando - as tornando - te parte de meus
versos da minha forma mais profunda de gostar de ti
amar - te è deixar que me toques atè ser teu e que deites
no meu corpo e adormeças inteira dentro de mim
peço - te não pises as violetas que trago no olhar cheira a ti
são para ti um bouquet de palavras que floriram no tempo
de amor
Sem comentários:
Enviar um comentário