ferrado no meu espanto
puxando as verdes charruas
do meu pranto
lavrando a dor cinzenta
do meu povo
o cão da tristeza està aqui no giz
do meu lume na figueira acesa que
queima a minha casa destrói a minha
mesa e magoa o meu sangue e a minha voz
o cão da tristeza està aqui no açaime do medo
que nos cala na sombra do punhal no fio da bala
apontada ao coração da nossa esperança
Banco da Poesia
in Joaquim Pessoa
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