arrancada dou - te esta calma guardada
nos homens do meu país
dou - te a fome do meu canto
dou - te os meus braços em cruz
e as mãos feitas num crivo
dou - te os meus pulsos abertos
mas è por outra que vivo
tu cuja sombra clara como em forma
de sombra assombravas ledo o claro
dia em luz mais rara se em sombra a
olhos visão brilhavas
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