quarto em quer o amor transborda
e os rios desaparecem do olhar
nos instantes em que as mãos
se alinham nas muitas formas
de desaguar
falo - te de poemas de histórias
inventadas à sombra do calor
do corpo
ouço a imensidão do rio galgando
as areias fundas atè a foz
falo- te deste poema recordo o teu sorriso
o amor que na boca dos peixes da foz com
ele adormece
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