quarta-feira, 27 de outubro de 2021

A nudez

encobre os espíritos no pequeno

quarto em quer o amor transborda


e os rios desaparecem do olhar

nos instantes em que as mãos

se alinham nas muitas formas

de desaguar


falo - te de poemas de histórias

inventadas  à sombra do calor

do corpo


ouço a imensidão do rio galgando

as areias fundas atè a foz


falo- te deste poema recordo o teu sorriso

o amor que na boca dos peixes da foz com

ele adormece


 

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